Baby, I’m sociopath,Sweet serial killer. On the warpath,
“Meu nome é Helena, tenho 20 anos, sou prostituta e ganho a vida como posso. Minha mãe faleceu quando eu tinha 14 anos, meu pai começou a beber e a me bater. Minha vizinha me levou para morar com ela, mas mal sabia ela o que o seu marido fazia comigo quando ela ia para o mercado. Aos 15 eu me meti com gente da pesada, e fui expulsa de casa. Morei na rua, passei fome, apanhei, sofri. Conheci um cara ele me prometeu uma vida melhor, uma solução para os meus problemas. Hoje, eu tenho que pagar metade do que eu ganho para ele. Divido um apartamento pequeno no subúrbio da cidade com outras garotas. Tentei terminar os meus estudos, mas se eu fizesse isso como iria me alimentar? Essa vida fez aflorar o pior de mim, e ser feliz já não é mais possível. Sobrevivo todos os dias, esperando que algo diferente aconteça. Tive casos com homens casados, solteiros, viúvos. Fui amante, e amiga quando preciso. Já apanhei muito de caras que só queriam me fazer mal, não era sempre que eu conseguia me defender. Vi meninas próximas a mim se acabarem na bebida e nas drogas, mas eu, eu queria ser diferente, ter um futuro e sair daquele sofrimento. Todas as oportunidades que tive, eu tentei agarra-las como pude. Mas nem sempre deram certo para mim. Quem iria querer por perto alguém assim como eu? Até que um dia ele apareceu, no começo não era nada, pelo menos pra mim. Mas o seu jeito de falar, o seu toque, o seu carinho, me fez acreditar que a vida pode sim ter um sentido. E que por ele valeria a pena mudar. Ele sabia que não foi o primeiro homem da minha vida, mas foi o primeiro que eu amei.”
O Segredo de Helena. 

honra-do:

Wonder woman :3

“Nós éramos sem começo, sem meio, sem fim, sem solução, sem motivo. Ainda assim, há meses, há séculos que se arrastam deixando tudo adulto demais, morto demais, simples demais, exato e triste demais, eu sinto sua falta com se tivesse perdido meu braço direito.”
Tati Bernardi 
“Eu entro no ônibus lotado e me sento na primeira cadeira, naquelas preferenciais para idosos, fecho meus olhos e faço uma oração rápida “Que nenhum idoso suba no ônibus e que eu consiga ir para o curso sentado, amém”, o ônibus acelera está na capacidade máxima, aqueles cheiros todos misturados, uns fedem demais, outros usam perfumes doces demais e alguns falam muito alto. “Ah, você viu a novela ontem? Foi muito boa, a fulana pegou o cicrano na cama com outra.” Diz uma gorda que está em pé do meu lado a amiga faz que sim com a cabeça e começa a rir, mostrando que na hora de passar o batom vermelho foi descuidada e manchou os dentes. “Vocês estudaram para a prova? O professor disse que ia pegar pesado”, fala um dos estudantes que está sentado atrás de mim, quem hoje em dia usa a expressão “pegar pesado”? Eu que sou quase um idoso já não uso ela faz tempo e esse guri com seus treze, doze anos nas costas usa e se acha o cara mais legal do ônibus…”
“Acho que ‘para sempre’ não significa eternamente.”
The Originals 
“Eu não fumo, eu odeio cigarro, eu odeio atravessar a festa inteira pra chegar até lá fora, eu odeio a amizade instantânea das rodinhas de fumantes que não se conhecem, eu odeio festas em geral, eu odeio papos de festa, eu odeio conhecer gente que não tem nada a ver comigo, e sorrir para os papos mais furados do mundo. Eu sei, eu deveria beber. Mas pra quê? Pra achar essas pessoas legais? Pra suportar o insuportável? Sou cínica demais pra dar esse gostinho ao mundo.”
Tati Bernardi   
“O que falta para eu entender que acabou? Que dor falta sentir?”
Tati Bernardi
“Te amo. Qualquer dia te ligo ou escrevo de novo.”
Charles Bukowski 
“Eu entro no ônibus lotado e me sento na primeira cadeira, naquelas preferenciais para idosos, fecho meus olhos e faço uma oração rápida “Que nenhum idoso suba no ônibus e que eu consiga ir para o curso sentado, amém”, o ônibus acelera está na capacidade máxima, aqueles cheiros todos misturados, uns fedem demais, outros usam perfumes doces demais e alguns falam muito alto. “Ah, você viu a novela ontem? Foi muito boa, a fulana pegou o cicrano na cama com outra.” Diz uma gorda que está em pé do meu lado a amiga faz que sim com a cabeça e começa a rir, mostrando que na hora de passar o batom vermelho foi descuidada e manchou os dentes. “Vocês estudaram para a prova? O professor disse que ia pegar pesado”, fala um dos estudantes que está sentado atrás de mim, quem hoje em dia usa a expressão “pegar pesado”? Eu que sou quase um idoso já não uso ela faz tempo e esse guri com seus treze, doze anos nas costas usa e se acha o cara mais legal do ônibus…”